Talvez o título deste artigo não corresponda à melhor tradução da expressão inglesa built-to-suit, mas certamente é aquela que melhor revela sua finalidade.
Construir para alugar é um modelo de negócio que não encontra regramento na legislação brasileira, sendo, justamente por isso, considerado um contrato atípico, onde se misturam pactos de compra e venda, de empreitada e de locação.
Apesar dessa falta de normatização específica, trata-se de operação imobiliária perfeitamente legal, comumente usada nos países do chamado Primeiro Mundo, que nos últimos anos começou a ser empregada no Brasil, envolvendo inicialmente grandes corporações empresariais.
Mas, em linhas gerais, como funciona o built-to-suit? É uma transação que no mais das vezes envolve três participantes: um investidor, que tenciona obter uma boa renda; um inquilino, que necessita de um prédio com determinadas características para locar por longo tempo; e, um construtor, que executará a obra a mando do investidor, porém atento às especificações ditadas pelo locatário.
E, por que tudo isso? Basicamente, porque há, de um lado, um inquilino que deseja ter uma edificação especial própria, mas não tem interesse em realizar investimento de vulto, e, de outro lado, um capitalista, cujo escopo é fazer com que seu dinheiro gere aluguéis generosos, que normalmente alcançam a casa do 1% ao mês sobe o montante aplicado.
Observe-se que, para o inquilino, a construção de imóvel próprio traduz-se em capital imobilizado, sem capacidade de produção de riqueza, enquanto que os custos da locação são contabilizados como despesa, o que torna a segunda opção ainda mais vantajosa contabilmente.
Além do mais, como o imóvel é construído sob medida para si, pelo investidor, isso é traduzido em ganhos reais de produtividade, já que foi criado um espaço adequado aos funcionários. (Pesquisas apontam que fatores como qualidade do ar, iluminação, barulho e disposição ergonômica dos móveis, influenciam na produtividade.)
O capitalista, por seu turno, também tem várias vantagens: uma boa renda mensal, de largo prazo – normalmente, de 15 a 20 anos -, proveniente do aluguel pago pelo inquilino; a valorização contínua e crescente do seu investimento imobiliário; o capital e a renda garantidos por um bem imóvel; e, em certas situações, tributação sobre os aluguéis inferior àquela imposta aos locadores comuns.
Há que se considerar, ademais, que o investidor terá um inquilino fixo por anos a fio, não correndo o risco de ver o seu imóvel desocupado da data da saída de um locatário até que ocorra a contratação com um outro, e provavelmente não dependerá de uma imobiliária para administrar a locação para si – uma economia de cerca de 10%.
Fonte: www.treinamentoimobiliario.com
Como não estou tendo tempo para bolar alguns textos pra postar, estou postando os que acho interessante.
quarta-feira, 28 de julho de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
O PROJETO DE SUA CONSTRUÇÃO
O Projeto Arquitetônico
O projeto arquitetônico é aquele que serve de base base para a concepção dos demais (Projeto Estrutural, Elétrico, Hidrosanitário, de Telefonia, de Ar condicionado, dentre outros).
É a materialização de uma idéia, aliada a aspectos como funcionalidade, conforto, estética, salubridade e segurança, além de aspectos legais, e é realizado por um arquiteto. Nele estão representados os cômodos com suas divisões, dimensões e áreas em planta (horizontal) e em cortes (vertical), a locação do terreno, o detalhamento do telhado e fachadas. Ele deve ser aprovado no órgão competente da Prefeitura Municipal.
O Projeto Estrutural
Os outros projetos devem ser elaborados por engenheiros civis e eletricistas e deverão atender rigorosamente ao Projeto Arquitetônico. O Projeto Estrutural (ou Cálculo Estrutural) é o dimensionamento das estruturas que vão sustentar a edificação. É o responsável pela segurança do prédio contra rachaduras (trincas) e desabamentos.
É necessário um perfeito equilíbrio entre o concreto e o aço dentro dos elementos estruturais para que a obra seja segura. Para a elaboração do Projeto Estrutural é necessário, além do Projeto Arquitetônico, o Laudo de Sondagem. Esse documento, detalhadamente confeccionado por empresas especialistas em sondagens, apresenta o perfil do solo abaixo do nível zero, ou seja, com todos os tipos de camadas de solos e suas respectivas resistências à compressão. Este laudo é necessário para o dimensionamento das fundações.
O Projeto de Instalações Elétricas
Deve ser elaborado por um engenheiro eletricista. Ele calcula o dimensionamento ideal das cargas elétricas, fios, eletrodutos, disjuntores, etc., com seus respectivos detalhamentos.
O Projeto de Instalações Hidrosanitárias
Pode ser desenvolvido por um engenheiro civil ou por um arquiteto. A falta de um bom projeto pode ocasionar pouca pressão de água em chuveiros e mau cheiro em ralos.
O projeto arquitetônico é aquele que serve de base base para a concepção dos demais (Projeto Estrutural, Elétrico, Hidrosanitário, de Telefonia, de Ar condicionado, dentre outros).
É a materialização de uma idéia, aliada a aspectos como funcionalidade, conforto, estética, salubridade e segurança, além de aspectos legais, e é realizado por um arquiteto. Nele estão representados os cômodos com suas divisões, dimensões e áreas em planta (horizontal) e em cortes (vertical), a locação do terreno, o detalhamento do telhado e fachadas. Ele deve ser aprovado no órgão competente da Prefeitura Municipal.
O Projeto Estrutural
Os outros projetos devem ser elaborados por engenheiros civis e eletricistas e deverão atender rigorosamente ao Projeto Arquitetônico. O Projeto Estrutural (ou Cálculo Estrutural) é o dimensionamento das estruturas que vão sustentar a edificação. É o responsável pela segurança do prédio contra rachaduras (trincas) e desabamentos.
É necessário um perfeito equilíbrio entre o concreto e o aço dentro dos elementos estruturais para que a obra seja segura. Para a elaboração do Projeto Estrutural é necessário, além do Projeto Arquitetônico, o Laudo de Sondagem. Esse documento, detalhadamente confeccionado por empresas especialistas em sondagens, apresenta o perfil do solo abaixo do nível zero, ou seja, com todos os tipos de camadas de solos e suas respectivas resistências à compressão. Este laudo é necessário para o dimensionamento das fundações.
O Projeto de Instalações Elétricas
Deve ser elaborado por um engenheiro eletricista. Ele calcula o dimensionamento ideal das cargas elétricas, fios, eletrodutos, disjuntores, etc., com seus respectivos detalhamentos.
O Projeto de Instalações Hidrosanitárias
Pode ser desenvolvido por um engenheiro civil ou por um arquiteto. A falta de um bom projeto pode ocasionar pouca pressão de água em chuveiros e mau cheiro em ralos.
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Falta de profissional eleva salário de engenheiro
A carência de mão de obra especializada nas construções civil e pesada, por conta do reaquecimento da economia e das obras de infraestrutura, começa a impulsionar os salários dos trabalhadores do setor.
A categoria de engenheiros foi a mais beneficiada até agora, segundo Manuel Rossitto, diretor do Sinicesp (sindicato da construção pesada de SP,"Dos últimos cinco anos para cá houve alta de cerca de 50% acima da inflação nos salários de engenheiros. Antes, a engenharia não estava na moda."
Rossitto afirma que, no caso dos engenheiros, a solução para as empresas reterem os bons profissionais tem sido oferecer salários maiores, ao contrário dos operários, cuja falta pode ser suprida com treinamentos.
"Algumas ações pontuais de aumento na remuneração de operários têm ocorrido. Mas, nesse caso, em que a formação é menos lenta que a dos engenheiros, é possível investir em cursos de capacitação para aumentar a base", diz Rossitto.
Murilo Pinheiro, presidente do Seesp (sindicato de engenheiros), afirma que as homologações de demissões registradas no sindicato recentemente correspondem, em grande parte, a troca de emprego, para oportunidades melhores.
Haruo Ichikawa, vice-presidente do SindusCon-SP (da construção civil), afirma que as negociações na convenção coletiva sobre a elevação dos salários de operários devem ser mais agitadas neste ano, já que os trabalhadores têm agora maior poder de barganha. O piso de um trabalhador qualificado, como carpinteiro e pedreiro, está em R$ 917,40.
Fonte: Folha de São Paulo - Maria Cristina Frias
A categoria de engenheiros foi a mais beneficiada até agora, segundo Manuel Rossitto, diretor do Sinicesp (sindicato da construção pesada de SP,"Dos últimos cinco anos para cá houve alta de cerca de 50% acima da inflação nos salários de engenheiros. Antes, a engenharia não estava na moda."
Rossitto afirma que, no caso dos engenheiros, a solução para as empresas reterem os bons profissionais tem sido oferecer salários maiores, ao contrário dos operários, cuja falta pode ser suprida com treinamentos.
"Algumas ações pontuais de aumento na remuneração de operários têm ocorrido. Mas, nesse caso, em que a formação é menos lenta que a dos engenheiros, é possível investir em cursos de capacitação para aumentar a base", diz Rossitto.
Murilo Pinheiro, presidente do Seesp (sindicato de engenheiros), afirma que as homologações de demissões registradas no sindicato recentemente correspondem, em grande parte, a troca de emprego, para oportunidades melhores.
Haruo Ichikawa, vice-presidente do SindusCon-SP (da construção civil), afirma que as negociações na convenção coletiva sobre a elevação dos salários de operários devem ser mais agitadas neste ano, já que os trabalhadores têm agora maior poder de barganha. O piso de um trabalhador qualificado, como carpinteiro e pedreiro, está em R$ 917,40.
Fonte: Folha de São Paulo - Maria Cristina Frias
Como incorporar a sustentabilidade em residências

Projeto mostra o real conceito de sustentabilidade por meio de um processo integrado de arquitetura, elétrica, hidráulica, seleção de materiais e boas práticas de construção É possível misturar sustentabilidade com Feng-Shui? Para quebrar paradigmas e mostrar que sustentabilidade também pode ser sinônimo de conforto, funcionalidade e beleza com qualidade de vida e harmonia ambiental o Grupo SustentaX lançou um projeto totalmente inovador: o Residência Sustentável. Hoje, muito se fala em sustentabilidade em empreendimentos comerciais e corporativos. No Brasil, já temos edificações sustentáveis com reconhecidos selos internacionais e nacionais, como o LEED e o AQUA. Mas, a imensa maioria da população ainda está à margem quando tratamos o assunto. Para levar adiante um projeto tão inovador o Grupo SustentaX reuniu renomados profissionais e fabricantes para demonstrar que a sustentabilidade é viável em reforma de residências. Lançado neste mês, em São Paulo, o projeto irá integrar todas as áreas, arquitetura, hidráulica, elétrica, paisagismo, climatização e harmonização de ambientes (feng-shui) para a busca de melhores soluções, dentro de parâmetros internacionais de sustentabilidade. O intuito é também desmistificar conceitos errôneos, como associar sustentabilidade a apenas ecologia, rusticidade ou então a ambientes com excesso de plantas. “A sustentabilidade é totalmente compatível como bom gosto e o conforto, quem não consegue perceber isso ainda não entendeu o que é sustentabilidade”, diz Paola Figueiredo, a idealizadora do projeto. Outro ponto importante será o de comprovar que no país, já temos profissionais altamente capazes de conceber e implantar projetos residenciais sustentáveis, bem como produtos e materiais de qualidade, produzidos e distribuídos com responsabilidade socioambiental, com baixa toxidade (abaixo dos limites aceitáveis internacionalmente). Após três meses de desenvolvimento de projeto, a obra terá início empregando boas práticas construtivas para evitar desperdício de materiais, por exemplo. Proprietários, moradores, estudantes, profissionais da área poderão acompanhar passo-a-passo uma obra sustentável do projeto até a decoração, podendo aplicar as tecnologias e soluções em seus lares ou projetos. Para obter mais informações, o site é www.ResidenciaSustentavel.com.br .
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