quinta-feira, 15 de julho de 2010

Como incorporar a sustentabilidade em residências





Projeto mostra o real conceito de sustentabilidade por meio de um processo integrado de arquitetura, elétrica, hidráulica, seleção de materiais e boas práticas de construção É possível misturar sustentabilidade com Feng-Shui? Para quebrar paradigmas e mostrar que sustentabilidade também pode ser sinônimo de conforto, funcionalidade e beleza com qualidade de vida e harmonia ambiental o Grupo SustentaX lançou um projeto totalmente inovador: o Residência Sustentável. Hoje, muito se fala em sustentabilidade em empreendimentos comerciais e corporativos. No Brasil, já temos edificações sustentáveis com reconhecidos selos internacionais e nacionais, como o LEED e o AQUA. Mas, a imensa maioria da população ainda está à margem quando tratamos o assunto. Para levar adiante um projeto tão inovador o Grupo SustentaX reuniu renomados profissionais e fabricantes para demonstrar que a sustentabilidade é viável em reforma de residências. Lançado neste mês, em São Paulo, o projeto irá integrar todas as áreas, arquitetura, hidráulica, elétrica, paisagismo, climatização e harmonização de ambientes (feng-shui) para a busca de melhores soluções, dentro de parâmetros internacionais de sustentabilidade. O intuito é também desmistificar conceitos errôneos, como associar sustentabilidade a apenas ecologia, rusticidade ou então a ambientes com excesso de plantas. “A sustentabilidade é totalmente compatível como bom gosto e o conforto, quem não consegue perceber isso ainda não entendeu o que é sustentabilidade”, diz Paola Figueiredo, a idealizadora do projeto. Outro ponto importante será o de comprovar que no país, já temos profissionais altamente capazes de conceber e implantar projetos residenciais sustentáveis, bem como produtos e materiais de qualidade, produzidos e distribuídos com responsabilidade socioambiental, com baixa toxidade (abaixo dos limites aceitáveis internacionalmente). Após três meses de desenvolvimento de projeto, a obra terá início empregando boas práticas construtivas para evitar desperdício de materiais, por exemplo. Proprietários, moradores, estudantes, profissionais da área poderão acompanhar passo-a-passo uma obra sustentável do projeto até a decoração, podendo aplicar as tecnologias e soluções em seus lares ou projetos. Para obter mais informações, o site é www.ResidenciaSustentavel.com.br .

Construção civil puxa emprego no bimestre

O emprego na indústria de transformação se recuperou da crise financeira mundial e está crescendo a a um ritmo superior ao do setor de serviços. Em fevereiro o setor contratou 63.607 mil trabalhadores com carteira assinada, um aumento de 0,84% sobre o estoque existente em janeiro, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados ontem.


O resultado representa 30,09% do total de empregos gerados no mês passado, de 209.425 mil. No setor de serviços, o crescimento foi de 0,65% na mesma comparação, enquanto na construção civil a alta ficou em 1,5%. No acumulado dos dois primeiros meses, o estoque de empregados na indústria aumentou 1,78%, na construção civil, 3,94%, e em serviços, 1,09%.


No primeiro bimestre, a indústria respondeu por 34% do total de 390 mil novos empregos gerados no país, um percentual bastante superior aos 17% de participação do setor nos 1,478 milhão de empregos criados nos últimos 12 meses. Já o setor de serviços, que nos últimos 12 meses respondeu por 40% das vagas, viu sua participação encolher para 37% no primeiro bimestre, justamente pelo maior espaço ocupado pela indústria.


Os empregos totais e as vagas abertas na indústria em fevereiro são os maiores desde o início da série história do Caged, em 1992. Até então, o maior desempenho foi obtido em 2004, quando foram criadas 504.610 mil vagas. A indústria responde por 26% do Produto Interno Bruto (PIB) e foi o setor mais prejudicado pela crise financeira mundial. O economista da LCA Consultores, Fábio Romão, aposta que a industria de transformação fechará este ano com 497 mil contratações adicionais. O segundo melhor número foi registrado em 2007, quando atingiu 394,5 novas vagas abertas.


Segundo Romão, a indústria está em um movimento de "recomposição de estoque de mão-de-obra". Ele acredita que em junho ela já terá recuperado os níveis de emprego pré-crise. Antes da crise, até outubro de 2008, disse, o estoque era de 8,117 milhões, número que hoje soma 7,968 milhões de empregos. O setor, segundo contabiliza Romão, fechou 507 mil vagas entre novembro de 2008 e março de 2009. E a partir de abril começou a ensaiar uma recuperação, acumulando cerca de 300 mil postos até fevereiro deste ano.


No mês passado, o total de vagas abertas foi 34,6% superior ao total de empregos novos criados em igual mês de 2009 - 46,8 mil vagas. Porém, ficou menor do que os 68,9 mil criados em janeiro deste ano. Este resultado, segundo Romão, é reflexo da sazonalidade do carnaval. Em fevereiro, o emprego cresceu em todas os segmentos da indústria. Os principais foram a metalurgia , que contratou 10,104 mil novos funcionários, alta de 1,37% no estoque; indústria de calçados, 10. 026 mil (+3,05%), um recorde histórico; e têxtil, com 6.428 mil empregos a mais.


O economista da Tendências Consultoria, Rafael Bacciotti, acredita que a recuperação da indústria acontecerá "de maneira consistente", sobretudo, pela demanda forte do mercado interno, uma vez que a economia internacional ainda está engatinhando, após o tombo dado pela crise. Segundo ele, a produção industrial deverá crescer 9% este ano, uma forte recuperação na comparação com 2009, quando caiu 7,4%, conforme os dados do IBGE. Isto, avalia, estimulará as contratações.


Além da indústria e da construção , o emprego cresceu em fevereiro puxado pelos setores de serviços (85.607 mil contratações, mantendo-se na liderança em número de vagas), em razão das contratações em bares e hotéis, no período de carnaval. Segundo o ministro do Trabalho, Carlos Lupi, este ano deve encerrar com um resultado histórico de contratações.



Fonte: Valor OnLine

Construtoras temem apagão de mão de obra

As construtoras venderam R$ 22 bilhões em imóveis em 2008, R$ 26 bilhões no ano passado e já anunciaram planos ambiciosos para este ano: as maiores falam de expansão entre 30% e 50%. Quase todas essas obras já começaram a ser erguidas ou estão perto de sair do papel. A dúvida é se haverá braços para atender tamanha demanda. Os mais alarmistas já temem um apagão de mão de obra. Está difícil contratar profissionais qualificados e com experiência.


Em diferentes proporções e diferentes segmentos, a percepção é a mesma. "O problema não é a quantidade, mas a qualidade", diz Rodrigo Pádua, diretor de RH da Gafisa. "Servente, que é o primeiro escalão, é fácil contratar, mas mão de obra boa, que consegue entregar produtividade já está muito complicado, especialmente em São Paulo", diz Daniel Amaral, diretor financeiro da Direcional. A empresa, que atua na baixa renda, resolveu efetivar todos os funcionários antes terceirizados, criou um plano de carreira e instituiu até remuneração variável para o pessoal de obra.


Segundo o Sinduscon, 40% dos que trabalham em obras são serventes e 60%, qualificados. As empresas acreditam que o Bolsa Família e o próprio aquecimento do mercado nordestino provocaram a redução das migrações do Nordeste.


Para ter gente suficiente e bem treinada, as empresas adotam as mais diferentes estratégias. Na maioria das construtoras, os canteiros viraram escolas. Entre um tijolo e outro, os funcionários fazem uma pausa para participar de cursos de capacitação ou mesmo alfabetização. A corrida por estagiários de engenharia civil e os programas de trainee também se tornaram comuns no setor.


A Gafisa efetivou 103 engenheiros no ano passado, um recorde para a empresa, e este ano está com 450 estudantes na companhia. A MRV, que este ano vai construir 40 mil unidades, investe em um programa de trainee e contratou 5 mil novos funcionários apenas para os canteiros desde janeiro. Já conta com 18,5 mil trabalhadores nas obras. "Na década de 80, se você anunciasse uma vaga na obra, fazia fila", afirma Rubens Menin, presidente da MRV. "Hoje, precisamos investir em capacitação e participação nos lucros para reter os profissionais".


O efeito direto dessa falta de mão de obra se vê nos salários: o piso do setor varia entre as cidades, mas um ajudante ganha, em média, R$ 770. Um mestre de obras ganha mais de R$ 4 mil, chegando a quase R$ 10 mil no mês do pagamento da participação nos lucros.


Fonte: Valor OnLine

terça-feira, 13 de julho de 2010

Ressucitei

Não estou tendo muito tempo pra postar no blog, não acho coisas novas para postar, também ando um pouco sem idéias e sem ter o que comentar.
As vezes fico meio sem o que falar,alias a maioria das vezes não falo nada ... não sei porque mais deve ser meu jeito... meio quieto, e com isso as idéias não surgem, mais como hoje deu tempo resolvi postar alguma coisa futil sem nenhum sentido.
Bom ... sei que não é legal começar um texto com "Bom... ".Como é um texto meu e que nenhum professor vai me dar nota vou começar assim.
Se eu for começar falar do meu dia-a-dia, vou falar sempre das mesmas coisas, ultimamente não to tendo nada de interessante pra fazer. De férias da faculdade estou procurando descansar nesses primeiros dias, se eu for começar querer sair todo santo dia não há bolso que aguente, sem contar que já estou tendo que pedir grana emprestada pro meu pai.
Enfim meu dia-dia se resume em trabalho, academia, descanso... essa é minha rotina de segunda a sexta.

Amanhã volto a postar coisas interessantes que me ineressam.Não vou mais ficar jogando conversa fora, aliás ... quando me der vontade eu volto pra falar um pouco mais do meu dia-a-dia , ou se não ... talvez eu monte um texto bacana sobre alguma coisa que eu goste e resolva postar aqui.
Até amahã

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Fotos do rodeio de balsamo








Fotos do rodeio de Balsamo.
O show não foi lá aquelas coisas até porque não gosto de Eduardo Costa, se bem que nem ficamos na arena para ver. La fora estava tendo um outro show e depois entrou o dj.
Ficamos até as 4 hras sem contar que tive que trabalhar na sexta e não dei conta de acordar cedo, só fui trabalhar dps do almoço. Mais eu achei que tava bom, era de graça mesmo (:

Boa semana pra todos.